Você tem a formação. Você tem a escuta. E quando a empresa disse sim, você disse sim também — porque o problema era real, o prazo da NR-1 é real, e você sabia que tinha competência para isso.
Mas entre o "sim" e a primeira reunião, veio aquele pensamento: "E se eu fizer algo errado aqui?" Não é falta de competência. É que ninguém na sua formação te preparou para transformar o que você percebe numa escuta em linguagem técnica organizacional — nem para assinar documentos que precisam resistir a uma auditoria do MTE.
Essa tradução existe. Ela tem método. E agora ela tem proteção criptográfica em cada etapa.